Apae diz que tudo foi apurado e não houve qualquer irregularidade
A escola se coloca à disposição da comunidade para visita e eventuais dúvidas ou esclarecimentos.
O JdeB recebeu nota da instituição de ensino expondo uma série de informações sobre o caso.
“Apae de Renascença informa que todas as alegações apresentadas pela genitora foram devidamente apuradas pelos órgãos públicos competentes. A própria mãe buscou instâncias responsáveis pela defesa dos interesses dos assistidos, entre elas a Polícia Civil do Paraná, o Ministério Público da Comarca de Marmeleiro e o Núcleo Regional de Educação de Francisco Beltrão. Após análise dos fatos, todos os procedimentos e eventuais denúncias foram arquivados, não sendo constatada qualquer irregularidade por parte da instituição ou de seus profissionais. As alegações de que os alunos retornavam da escola com hematomas foram consideradas infundadas pelas autoridades responsáveis, após os devidos esclarecimentos. A recomendação para matrícula na Apae de Marmeleiro partiu exclusivamente do Ministério Público e decorre do contexto criado pelas atitudes da própria genitora, que passaram a inviabilizar o regular desenvolvimento do trabalho pedagógico e técnico da equipe, comprometendo a dinâmica institucional e a atuação dos profissionais — que há décadas exercem suas funções com responsabilidade, ética e histórico reconhecido de dedicação à comunidade. A instituição reforça que sempre atuou com transparência e colaborou integralmente com todos os órgãos públicos, razão pela qual o caso foi devidamente analisado e encerrado pelas instâncias competentes. Informa ainda que a genitora responde atualmente a processo judicial em razão das difamações e calúnias imputadas a membros da instituição, fatos que estão sendo apurados na esfera própria do Poder Judiciário.”
(jornal de beltrão e zezinho variedades)